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domingo, 14 de agosto de 2011

DIA DOS PAIS

Texto: Miriam Zelikowski
Somos todos barcos que flutuam pelo rio da vida, mas o caminho começa no Porto Seguro, em terra firme, na figura presente e certa de um homem, este é o pai por natureza ou pai do coração.
Um homem com defeitos aos olhos dos outros, mas perfeito ao olhar do filho agradecido, um homem marcado com rugas pelo tempo, mas marcado com alegria pelos méritos conquistados pelo filho.
Muitos pais são ausentes, são displicentes e não acompanham o crescimento de um filho, mas não há o que se lastimar, pois o filho que conhece a vida sabe das limitações daquele que lhe abriu uma porta, e assim aprende a perdoar e a considerar que a distância é uma forma de ensinar.
O verdadeiro pai é aquele que presente ou ausente distribui amor, consideração, disciplina, entendimento, respeito e ensina os valores reais que ninguém pode subtrair: a educação, o caráter, a integridade, sem esquecer a humildade e a responsabilidade com tudo e com todos.
Dia dos pais, dia do porto seguro, para muitos é dia da saudade - pois a ausência é involuntária -, e o filho guarda na foto ou na memória o encanto de um amor muitas vezes disfarçado por uma face brava ou palavras gritadas ao vento.
Considere o Dia dos Pais apenas um símbolo que uma vez presente na sua vida, nem o tempo e nem o sangue limitam, PAI é o pedaço do coração que ao lado da mãe fortalece e constrói um filho justo, sincero e capaz de discernir o valoroso do descartável.
Feliz e valioso Dia dos Pais, dia do Porto Seguro, eternamente guardado nos corações que receberam sementes de amor e respeito.
Miriam Zelikowski é mestre em Bioterapia Magnética. Blog: www.reiki-cabala.blogspot.com / E-mail: dramiriamzell@gmail.com. 




segunda-feira, 31 de maio de 2010

Esta mensagem vai para começar a semana sem muitas privações... =)

DUAS BOLAS, POR FAVOR - por Danuza Leão

Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa,contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido.
Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Tem vontade de ficar em casa vendo um dvd, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo “errado”.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia...
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate...
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.

Fonte: Mais Você

domingo, 23 de maio de 2010


Lei do amor

Quando o amor ainda está mesclado com os impulsos do instinto e do desejo, nós o encontramos sob o nome de PAIXÃO.
Quando o amor traduz afinidade, carinho e respeito mútuo, nós o chamamos de AMIZADE.
Quando o amor resvala pelos caminhos áridos do ciúme e da posse, ele aprisiona, e é quando encontramos o APEGO.
Quando o amor liberta, nós o chamamos de RENÚNCIA.
Quando o amor ainda está fechado em si mesmo, como semente escura e enclausurada, nós o chamamos de EGOÍSMO.
Quando o amor se expande como um Sol ardente, em benefício do semelhante, torna-se divino, e o chamamos de CARIDADE.
O ÓDIO é apenas a ausência de amor, assim como a sombra é a ausência de luz, ou então ...
... é o amor traído e, por isso mesmo tempestuoso.
O amor é como o Sol...
... está por toda parte.
A diferença está na maneira como o refletimos
O amor é a força que une os mundos ...
...está presente nos pequenos seres ...
... até mesmo mundos tão diferentes como eu e você ...
O amor está presente nos pequenos seres, e até nos recantos mais escondidos do coração.
Quando nos afastamos desse AMOR, sentimos o frio e a infelicidade na alma.
Se nos aproximamos dele, sentimos a paz e a alegria.
Porém, esse amor terá matizes diversos, segundo a nossa capacidade de percebê-lo em nós.
Essa é a LEI da vida...
Estamos imersos nesse AMOR.
Viemos dele...
E é para ele o destino de todos nós.
AMAI-VOS
Vós sois AMOR.

(Autor Desconhecido)